2018 Seede

Projetos

PROFEM

Programa de Formação Ético/Moral

PROFEM NAS MÃOS E PROJETOS NO CORAÇÃO

O Programa de Formação Ético/Moral começou em 2004 com o atendimento de 60 crianças na faixa etária de 7-14 anos em período de contra-turno escolar. O mesmo teve uma repercussão e aceitabilidade muito positiva na comunidade, evoluindo muito. Este ano de 2010, abriu 280 vagas; sendo 80 para creche e 200 para o sócio educativo.

Entretanto, verifica-se que o número de crianças que ainda perambulam pelas ruas do bairro, é cada vez mais crescente. Seus envolvimentos com as drogas também crescem assustadoramente, e que o processo educacional adotado pelas famílias, infelizmente, nao consegue fazer frente a expansão deste mal. Todavia, a SEEDE, como Instituição, inserida na comunidade está sentindo a extrema necessidade de ampliar seus serviços e auxiliar a família na formação ética e moral de seus filhos. A experiência positiva colhida ao longo destes anos, foi muito importante para mostrar o quanto há a avançar para melhorar a qualidade dos serviços prestados. Ainda, estimular as famílias à um convívio fraterno no lar para garantir uma educação promissora aos seus filhos. Por isso a SEEDE está oferecendo á comunidade do bairro uma alternativa sadia de educação auxiliar para suas crianças, através de uma ação motivadora e confortadora, fazendo com que seus filhos participem numa formação ético/moral cristã através de atividades artísticas, lúdicas e sócio educativas nos períodos extra escola.

JUSTIFICATIVA - O que é mais urgente !

Por que a SEEDE precisa trabalhar com a infância e a adolescência ?


A resposta está no desejo Estatutário da Instituição, fundamentado na vivência diária com a comunidade e da necessidade de proporcionar às famílias uma alternativa de auxiliar os pais e/ou responsáveis na formação de seus filhos, para que se tornem “homens de bem”. A realidade está a mostrar que ao lado de fora da “nossa casa”, grupos de meninos e meninas da faixa etária de 7 - 14 anos estão em ambientes inadequados e que pouco ou nada contribuem para a formação de um ser humano voltado para o bem. É uma oportunidade de dar uma ocupação saudável, instrutiva/formativa e lúdica e profissionalizante para muitos, através de diferentes oficinas de artes e esportes. Como conseqüência as crianças ficam em ambientes protegidos e sob orientação do educador e não ficam pelas ruas e esquinas perambulando. Com isso os pais trabalham menos preocupados com os seus filhos.

 

Por que a SEEDE precisa trabalhar com crianças de 2 a 5 anos ?

A justificativa do porque trabalhar com crianças de 2 a 5 anos está alicerçada nas necessidades que as famílias que residem próximas a SEEDE precisam se ausentar de casa para trabalhar e aumentar sua renda familiar, além de dificuldades que a família tem em deixar seus filhos em ambientes confiáveis e que estejam localizados próximos de sua casa.

A SEEDE notou também que há uma razoável demanda para este tipo de serviço na comunidade, constatada ao longo destes anos como mostra o nosso quadro.

 

FILOSOFIA DE TRABALHO

Todo o trabalho desenvolvido na Instituição está fundamentado nos pressupostos filosóficos da Pedagogia Espírita, a qual tem suas raízes em educadores como Rousseau, Comenius e Pestalozzi e que se fundamenta na perspectiva espírita, onde a educação tem como fim não somente o processo de integração das novas gerações na sociedade e na cultura do tempo, mas também o processo de desenvolvimento das potencialidades do ser na existência, com vista ao seu destino transcendente (Pires, 2004). Assim, o homem é um ser integral que se manifesta biológica, social e espiritualmente e que através de um processo educativo ancorado no amor tem acendido seu "desejo do bem, o anseio da luz, a vontade irresistível de evoluir, o sentimento de Deus e a segurança do caminho a perseguir" (Pestalozzi in: INCONTRI, 2004, p 207). Pestalozzi salienta como amor pedagógico a base da relação educativa, fundamental no fortalecimento da autonomia da criança. "A relação afetiva entre educador e educando é o pano de fundo sobre o qual se desdobram todas as medidas pedagógicas para garantir que o ser se descubra e se faça a si mesmo, com consciência plena" (INCONTRI , 2005. p 82).

A pedagogia espírita, principalmente quando lida com crianças e adolescentes, deve assumir em sua prática, o exercício pleno do amor, da liberdade, da ação, do despertar de potencialidades contribuindo na formação integral do SER, etc. Objetiva dar ao educando uma perspectiva filosófica de amplitude espiritual em todas as matérias ensinadas; desenvolver o espírito científico do aluno, proporcionando-lhe ao mesmo tempo a certeza objetiva da vida além-túmulo; aproximar a criança do Evangelho, abrindo-lhe o caminho para o Alto. (INCONTRI, E. da NE, p96).

O conteúdo, nesta perspectiva, é um meio, não uma finalidade. A finalidade é sempre o ser humano, sua autoconstrução, o despertar de sua consciência. Para que o conteúdo seja um meio eficaz para despertar algo no indivíduo é preciso que ele faça sentido para o educando, que lhe diga algo. Para isto, é preciso que responda a alguma questão sua, mexa com seus anseios, com as heranças do seu passado espiritual, parta de seus interesses e fale a sua linguagem. Ou seja, o conteúdo não pode ser previamente determinado para qualquer grupo, muito menos em currículos nacionais, em apostilas que devem ser seguidas como manuais.
Primeiro, devemos conhecer os educandos. Quem são eles? Que espíritos que estão diante do educador? Que tendências trazem? Que interesses têm? Como despertar neles um entusiasmo para a aprendizagem, uma busca por espiritualidade ou cultivar o que já apresentam nesse sentido? O educador deve ser antes de tudo um observador atento dos alunos. Para isso é preciso lucidez, sensibilidade, conhecimento do ser humano e, sobretudo, amor – que é a porta de abertura para o outro próximo.

Então poderemos fazer projetos de pesquisa, debates, estudos individuais e coletivos, encenações, produções artísticas, a partir de temas e questões propostas pelas crianças ou pelo educador, mas que os alunos aceitem e gostem e se interessem. O que é imposto não se engole. Portanto, cada educador, cada instituição poderá fazer seu próprio plano de trabalho, com a ajuda e participação das crianças (Incontri, 2006).

O educador, para aplicar a Pedagogia Espírita, deve ser reencarnacionista, mas o educando não precisa ser. Pode-se trabalhar com os educandos sob essa perspectiva, sem necessariamente impor a eles essa concepção. Essa perspectiva significa saber que se trata de um espírito antigo e respeitar-lhe a individualidade, descobrir seus talentos, trabalhar suas heranças... Mas é preciso dizer que muitas crianças aceitam a reencarnação de maneira muito natural. A ação educativa é sobretudo afetiva, com muita liberdade. O educador incentiva, contagia, convida, se empenha – é um facilitador e um estimulador – mas nunca deve ser apenas o que transmite um conhecimento pronto, fechado.

 

 

 



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